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Percurso junto às margens do rio Bestança

Rio Bestança, Portugal (0)
desde/por pessoa 50.00

Ponte de Mosteirô

Rio Bestança

Rio Bestança

Rio Bestança

Aldeia da Gralheira

Cozido à Portuguesa

Mosteiro Santa Maria de Cárquere

Resende


  • Programa 1 dia
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PERCURSO JUNTO ÀS MARGENS DO RIO BESTANÇA

// Cinfães – Resende 

Nota O programa poderá sofrer ajustamentos de percurso de acordo com os interesses do grupo e do meio de transporte de chegada à região (comboio, viatura ou autocarro).

Invocando a figura de Edgar Cardoso, com o seu núcleo museológico em Resende a “Vila Clara” da “Ilustre Casa de Ramires” nos “Caminhos de Jacinto”, onde o ligam raízes familiares, o percurso, logo após o início apreciando os belos azulejos da Estação de São Bento, toma o primeiro contacto visual com as Pontes do Infante e de São João, para, uma hora depois, se atravessar e apreciar aquela que o próprio considerou, esteticamente a mais bonita de sua autoria, Mosteirô – Porto Antigo, com o sabor de um bom café na esplanada panorâmica do bar do Hotel de Porto-Antigo.

Outras pontes, viadutos, e nomes desta área (Casa Eiffel, duas vezes: Maria Pia e “antiga” sobre o Tâmega) serão referidos.

A memória românica de outras pontes (Lagariça e Panchorra, com passeio de 10 minutos a pé, a esta última) interliga, de forma perfeita, o passado e a modernidade.

Entre o Douro da Foz e do Porto e o Alto Douro Vinhateiro, o percurso proporciona a surpresa agradável das terras de Ribadouro ou do “Douro Verde”, com as suas Paisagens Milenares, que o homem moldou, nas duas margens, desde os planaltos dolménicos, aos castros no alto dos “vales profundamente cavados” (Eça de Queiroz), aos Mosteiros, às casas senhoriais, à linha férrea que, a partir de Mosteirô, dá as mãos à “grande e mais antiga via” de união e de acesso à região, atravessada, aqui, em vários pontos, pelos caminhos “romanos” e de Santiago.

Desde a magnífica albufeira, no triângulo dourado Pala – Porto Antigo – Aregos, desde a foz do Bestança, um rio selvagem e despoluído, até às aldeias mais altas do Norte do país, na Panchorra e na Gralheira, do Montemuro, com a sua fauna e flora e horizontes a perder de vista.

Numa região com presença humana conhecida há mais de cinco mil anos, vamos, tomar contacto com os primeiros passos do Fundador da Nacionalidade, educado pelo “Senhor” da mesma terra, o Aio, Egas Moniz, junto da memória que ficou plasmada no célebre Mosteiro de Cárquere e muitas lendas à sua volta, das Termas e da Barca de Aregos, ligados ao nome da nossa primeira, generosa rainha, Dª Mafalda

Começando logo pelo cenário de Porto Manso, (“um presépio”, e “com as suas laranjeiras em flor”), que deu nome ao romance do mesmo nome, de Alves Redol, com o drama dos últimos arrais e barcos rabelos, e a lembrança de “Como eu atravessei a África”, na última das três Casas de Serpa Pinto (Hotel de Porto Antigo) serão muitos os “passos” de um percurso verdadeiramente queirosiano, não só pela descrição da paisagem (Aregos / Tormes, de A Cidade e as Serras), mas também com o romance histórico “A Ilustre Casa de Ramires”, passando pela “cidade de Oliveira do Douro” (freguesia de Oliveira do Douro, Cinfães, com Ramires mais acima, no vale do Cabrum), pela “Casa da Torre” (Torre da Lagariça), em “Santa Ireneia” (São Cipriano), cruzamento para “Feirão”, primeira paróquia do Pe. Amaro,(“Os ares lavados e vivos da serra tinham-lhe fortificado o sangue; voltava robusto, direito, simpático, com uma boa cor na pele trigueira.“) antes de rumar a Leiria, “Craquede”, “com os túmulos dos Ramires” (Cárquere, com os túmulos dos Condes de Resende) e “Vila Clara” (Resende), para não falar da fictícia “Quinta de Santa Olávia”, da primeira geração de “Os Maias”.

Começando logo pelo cenário de Porto Manso, (“um presépio”, e “com as suas laranjeiras em flor”), que deu nome ao romance do mesmo nome, de Alves Redol, com o drama dos últimos arrais e barcos rabelos, e a lembrança de “Como eu atravessei a África”, na última das três Casas de Serpa Pinto (Hotel de Porto Antigo) serão muitos os “passos” de um percurso verdadeiramente queirosiano, não só pela descrição da paisagem (Aregos / Tormes, de A Cidade e as Serras), mas também com o romance histórico “A Ilustre Casa de Ramires”, passando pela “cidade de Oliveira do Douro” (freguesia de Oliveira do Douro, Cinfães, com Ramires mais acima, no vale do Cabrum), pela “Casa da Torre” (Torre da Lagariça), em “Santa Ireneia” (São Cipriano), cruzamento para “Feirão”, primeira paróquia do Pe. Amaro,(“Os ares lavados e vivos da serra tinham-lhe fortificado o sangue; voltava robusto, direito, simpático, com uma boa cor na pele trigueira.“) antes de rumar a Leiria, “Craquede”, “com os túmulos dos Ramires” (Cárquere, com os túmulos dos Condes de Resende) e “Vila Clara” (Resende), para não falar da fictícia “Quinta de Santa Olávia”, da primeira geração de “Os Maias”.


Itinerário

1º Dia
10h30 Hotel de Porto Antigo – Café da Manhã na esplanada de Serpa Pinto
11h00 Centro Interpretativo de Cinfães – Pias
12h15 Partida para aldeia da Gralheira na serra de Montemuro
13h00 Almoço
15h30 Partida para Cárquere
16h00 Visita ao Mosteiro de Cárquere
17h00 Visita à vila de Resende – eventual aquisição de produtos da região
19h00 Regresso.

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