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Terras de Egas Moniz, Serpa Pinto e Eça de Queirós, nas Paisagens Milenares do “Douro Verde”

É uma evidência incontestável a importância da palavra-chave “Douro” como uma verdadeira marca, referente à região abrangente de todo o Vale do Douro. Mas são também muito evidentes as especificidades únicas desta sub-região outrora designada de Douro intermédio ou de Ribadouro, da qual foi “Senhor” Egas Moniz.

Os concelhos de Resende, Cinfães e Baião unidos pelo Douro e pelos caminhos romanos e de Santiago, constituem uma riqueza natural e cultural marcada pela ocupação humana do território, que desce, em “unidades de paisagem”, desde as alturas dolménicas, passando pelas marcas do romano ao românico, até à senhorialização das terras e à influência do caminho de ferro, nos tempos modernos.

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A riqueza e a diversidade do património natural e cultural podem ser simbolizadas por algumas figuras incontornáveis desta região que se destacaram não só em Portugal como noutras partes do mundo. São elas Egas Moniz, o “Aio Fundador”, Serpa Pinto, que atravessou a África defendendo os interesses portugueses e trouxe contributos inestimáveis à botânica e à zoologia, até ao grande romancista, Eça de Queirós que celebrou, como ninguém, a beleza única destas paisagens.

O Projeto “Os caminhos de Jacinto”, pretende constituir uma base unificadora das potencialidades comuns e complementares do património de cada um destes três concelhos, numa estratégia de eficiência colectiva ancorando outros projectos e iniciativas, em rede, gerando desenvolvimento económico, social e cultural para o que o território tem de melhor: as suas gentes.

Cais - Sede da ADR "Os Caminhos de Jacinto" (exterior)
Cais - Sede da ADR "Os Caminhos de Jacinto" (exterior)
Cais - Sede da ADR "Os Caminhos de Jacinto" (interior)
Cais - Sede da ADR "Os Caminhos de Jacinto" (interior)
Estação de Caldas de Aregos
Estação de Caldas de Aregos